segunda-feira, 22 de março de 2010

Alegria Compartilhada

Jacqueline da Silva

Nos dias 18, 19 e 20 de março tive a oportunidade de estar novamente em Salvador, cidade linda e encantadora, onde participei do 1º Encontro desse ano da RedSOLARE Brasil - Diálogos com a experiência da prática educativa da Reggio Emilia. Essa cidade tornou-se ainda mais encantadora com o meu encontro com Marilia Dourado e Alba Peixoto, pessoas maravilhosas que me permitiram conhecer ainda mais o trabalho da RedSolare aqui no Brasil, em especial, Salvador.

O Encontro na Escola Colmeia foi muito legal onde o contato com materiais pedagógicos como bibliografias que retratam as experiências das escolas de Reggio, materiais relativos a documentação pedagógica de diferentes escolas e regiões do nosso país, bem como do mundo, foram disponibilizados aos participantes numa exposição maravilhosa. O relato da experiência da professora Alba e o contato com os professores de Salvador foi muito enriquecedor para o nosso trabalho aqui no Rio Grande do Sul, onde foi possível trocar além de experiências o contato através de e-mails que com certeza nos possibilitarão estarmos mais próximos afetivamente do que espacialmente.


Quanto ao relato feito pela professora Alba, destaco algumas idéias que nos permitiram refletir sobre as nossas práticas junto as crianças como: “... com alimento ao imaginário é que os projetos vão nascendo...todos os conhecimentos são ativados porque nascem pelo desejo das crianças e não pelo desejo único do professor. Que imagem nos temos da criança? Que visibilidade damos a ela? e conclui citando Wall Disney “Se podemos sonhar, também podemos transformar os nossos sonhos em realidade”. E é aí que entra o nosso desafio enquanto educadores, acreditar nas capacidades das crianças construindo uma educação melhor com elas.

Esse encontro também me permitiu conhecer uma belíssima Escola de Salvador e todo o seu trabalho pedagógico, chamada Escola Nova Nossa Infância. Parabenizo e agradeço essa equipe de profissionais.

Gostaria de dizer que esse Encontro da RedSOLARE foi de grande valia para o meu trabalho no Centro Universitário UNIVATES/RS/Lajeado e também para os meus estudos no Doutorado.

Assim, diante do que vivi, convido a todas as pessoas preocupadas com a Infância que participem dos encontros mensais sobre Relatos de Experiências, em Salvador, promovidos pela RedSOLARE Brasil.

Agradeço a Marilia Dourado, a Alba Peixoto, pessoas muitos especiais e a todos os educadores com os quais tive contato nesse curto espaço de tempo e que compartilharam comigo essa alegria.

Abração forte a todos,

Jacque


Jacqueline da Silva é professora do Centro Universitário UNIVATES/RS/Lajeado e doutorando em Educação Infantil

domingo, 21 de março de 2010

Um breve diálogo entre Arquitetura X Pedagogia

* Maria Carolina Rodrigues de Oliveira




      Viajar para Reggio Emilia era um sonho pra mim... Ver tudo de pertinho... As pedagogistas, atelieristas, as crianças, os espaços... O engraçado é que ainda é um sonho, porque pude ficar num paraíso educacional durante uma semana desfrutando de coisas maravilhosas, conhecer pessoas maravilhosas, de encher os olhos de lágrimas, conhecer uma cidade encantadora debaixo de neve (o que a deixou mais encantadora ainda) de apaixonar-me cada vez mais pelo que acredito: educação! É tão intenso o que sinto e senti que não tenho certeza se escrever vai ser a melhor forma de expressar minhas aprendizagens. Ah como seria bom que inventassem uma maquininha que capta os sentimentos e a imensidão deles para poder passar tudo o que gostaria... De qualquer maneira, arrisco-me a algumas palavras. Que elas sejam incentivadoras àqueles que ainda têm dúvidas do poder da educação.

Dentro do contexto reggiano pude ver – e não só ver; ouvir muito – sobre o diálogo da arquitetura e a pedagogia. As escolas visitadas são singulares, apesar do mesmo discurso. Espaçosas, os espaços não são hierárquicos; todos têm a mesma importância. As sessões (salas) são amplas e fazem a comunicação entre o espaço externo e o interior. São portas ou grandes janelas de vidro onde tudo e todos se comunicam. Rodeiam um espaço central, chamado “piazza”, que tem a mesma finalidade de convivência, como as praças que vemos em qualquer cidade: um lugar de acolhida.

Das escolas que visitei, uma me chamou mais atenção e me identifiquei demais com ela, não só pela concepção arquitetônica, mas pela recepção que tivemos pelas pedagogas, pelo atelierista, Lanfranco, e óbvio pelas crianças... e como me receberam bem! Brincamos muito e pude ver como elas estavam felizes (que é o que mais me importa em meu trabalho – ver crianças felizes no ambiente escolar).

Enfim, essa “Scuola delle’Infanzia Comunale Paulo Freire” é uma escola que me fez pensar em outras concepções, que talvez eu nunca tivesse tido o olhar suficiente para tais aspectos. É uma escola que foi construída com o conceito da Bio-Arquitetura, preocupada com a sustentabilidade. O telhado, por exemplo, foi feito com madeiras de florestas de reflorestamento, os espaços otimizam a luz do sol. A cozinha entra na mesma linha. Mas foi ponto de grande discussão entre os arquitetos, porque enquanto uns achavam que a mesma tinha que ser intimista, a filosofia reggiana nos mostra que a cozinha também faz parte dos projetos; logo ela tinha que ser aberta também. Sendo assim, são amplas e têm janelas de vidro para a piazza e para o espaço externo. Todos têm acesso!

Pela primeira vez pude sentir a real importância do diálogo entre a arquitetura e a pedagogia. Só estando lá para saber.

Outro ponto levantado e que reforçou as minhas crenças sobre autonomia de uma criança, também veio de um diálogo com Lanfranco sobre os riscos do espaço. Lá existem escadas sem proteções, subidas e descidas que muitos acham arriscado. Mas ele afirmou: acidentes não são raros, são raríssimos! E a resposta para isso é a autonomia dada à criança. Autonomia esta que lhe permite agir e saber como movimentar-se no espaço sem se machucar, que quando um adulto crê na criança, tudo fica mais fácil! Eu, assino embaixo!

* Maria Carolina Rodrigues de Oliveira é coordenadora pedagógica – Steps – Centro de Desenvolvimento e Educação Infantil - São Pau

sexta-feira, 19 de março de 2010

Um rico e promissor diálogo com Uberlândia - Minas Gerais


Marilia Dourado


Nos dias 03, 04 e 05 de março, como representante nacional da RedSOLARE Brasil, tive a grande alegria de ir a Uberlândia – Minas Gerais, para participar de diferentes atividades com educadores mineiros. Foi uma experiência rica e bastante mobilizadora, pois tivemos a oportunidade de compartilhar a experiência educativa que acontece em Reggio Emilia com mais de 300 educadores.


Tivemos também a felicidade de visitar instituições comunitárias e particulares que valorizam e respeitam a infância, dialogar com crianças e educadores, observar as conquistas realizadas e trocar idéias sobre desafios e possíveis novos caminhos. Abrimos um diálogo e acreditamos nele como um caminho promissor para fortalecer a luta pela infância no Brasil. Tivemos ainda um valioso encontro com Secretários de Educação de 11 municípios da Região do Vale do Paranaíba.


Estas experiências revelam o crescimento do compromisso com a infância, o que nos enche de esperança, pois no Brasil ser criança infelizmente não dá a garantia de ter infância.
Nesta ocasião visitamos as seguintes instituições:
- Centro de Educação Infantil Irmã Odélcia Leão Carneiro (Fund. Maçônica Manoel dos Santos) - Coord.: Antônia.
- Centro Educacional Maria de Nazaré - Direção.: Marilda.
- Centro Educacional Renascer da Criança - Direção.: Fabiana.
- Fundação Ministério Vitorioso - Direção.: Tânia.
- Centro Educacional Dona Neusa Rezende - Direção.: Cida.
- Casa da Divina Providência (Creche Menino Jesus) - Direção.: Márcina.
- Centro de Educação Infantil Tia Lia (Fund. Maçônica Manoel dos Santos) - Direção: Auzônia.
- Escola Navegantes - Diretora: Silene / Coord.: Morgana.

O que mais chamou a nossa atenção durante as visitas foi a alegria das crianças, o entusiasmo dos educadores e a transformação dos ambientes, como espaços que acolhem, convocam, provocam e educam. Parabéns as crianças, as família, aos educadores e a Cenário - grupo de consultoria que assessora estas instituições.


quinta-feira, 18 de março de 2010

Para além de uma viagem...


*Tatiane Nascimento
“E aí, como foi a viagem? Gostou lá de Reggio? O que você trouxe de lá?”
      Foram estas as perguntas que escutei de amigos, parentes, colegas de trabalho, enfim pessoas ansiosas para ouvir minha voz respondendo cheia de entusiasmo.
     Mas logo nos primeiros dias tive uma sensação diferente: a de que eu não poderia explicar como me sentia inteiramente. Certo, uma viagem é sempre muito bom, conhecer e sentir a cultura dos lugares, suas marcas e seu presente é sempre prazeroso; mas eu queria dizer de um algo mais, que quase não se traduz, se não se vive.
     A cidade de Reggio Emília tem um mais além, algo que encanta com naturalidade, como a calma que acompanha uma conquista já esperada. O fascínio veio pra mim devagar, sem espantos e estardalhaço, chegou de mansinho, bem no estilo baiano. Porém chegou para ficar.
     Aterrisar, e sentir o vento frio no rosto, mãos, experimentar esta sensação, foi maravilhoso. Observar a arquitetura, a neve, os interiores, a iluminação natural, o céu e a chuva, as pessoas, tudo novo e encantador.
Mas como explicar o algo mais na cidade e no sistema educacional de Reggio?
Vou tentar:

     Conhecendo as conexões diretas entre a arquitetura e a pedagogia, eu enfim pude acreditar no sonho. “Nossa, uma arquitetura a disposição de uma pedagogia, é possível, isto existe!” Isto sim foi um estupor, um OH! Perceber concretamente como se dá esta interlocução que demonstra uma concepção dialógica, sistêmica, da educação infantil. Como nos disse Paola Cavazzoni nos encontros no Centro Loris Malaguzzi, “o ambiente é um valor e conteúdo da prática educativa”. Para mim, isto é acreditar na complexidade do conhecer, acreditar que existe muitas formas de conhecer, mas existe também solidariedade real entre os saberes dentro da escola.
     Outro aspecto admirável é acreditar na competência da criança em ser o que ela é hoje, valorizar suas capacidades naturais de construir seu saber. As crianças são protagonistas reais, e não só possíveis. Sua visão de cidade e de sociedade é vivenciada também pelos olhos do adulto. Esta co-autoria é sentida nas visitas às escolas, nas discussões, na disposição de cores, materiais, composições, nas vozes das pedagogistas, atelieristas e das crianças.
    Esta é uma concepção de escola e de educação sem métodos rígidos, currículos engessados e modulados. É uma construção cotidiana de uma escolha educativa; cresce e se desenvolve sem a linearidade que estamos acostumados, ela é uma espiral, que vai e volta, tocando pontos de tensão/ intersecção. Neste sentido, se aproxima mais da nossa proposta de oferecer um currículo flexível, com um eixo norteador, interdisciplinar, que é experimentada periodicamente no centro municipal de educação infantil, com todos os desafios deste contexto.
     Um outro ponto que chamou a atenção é a concepção e relação de respeito pela produção dos grupos. Em geral, o fruto de pesquisas e de projetos desenvolvidos não é descartado pela escola pois, como saber resultante, ele permanece, se mantem na comunicação, dialogando ainda com as crianças, mostrando um saber adquirido que não é descartável, que se fixa nas paredes para dizer: “Ei, estou aqui, lembra do que você descobriu, conheceu?” Se mostrando e querendo mais, este algo mais tão mágico que as escolas de Reggio cultivam na sua essência.
     A visibilidade dos processos educativos através das Mostras, de muita qualidade e de intenso valor estético é outra marca significativa. A presença metodológica da documentação, compondo o registro dos processos diferenciados de ensino-aprendizado das crianças concede ao professor um perfil de cientista, um pesquisador da prática educativa.
    Viver Reggio por uma semana significa o fortalecimento de uma inquietação própria, de um querer fazer diferente, se inspirando na força, na paixão e na concepção de criança como sujeito do agora, cidadão do hoje, de potenciais abertos e dinâmicos, de diálogos permitidos e de pesquisa e avaliação constantes. Envolve também conceitos de adulto/criança, professor mediador e pesquisador, sócio-construtivismo, ética, participação e cidadania, pontos tão fortes para uma educação de qualidade. E o mais importante: vontade de se permitir mudar, rever, crescer enquanto ser humano.
     Esta viagem, com seus itinerários e adaptações de clima, espaço, língua, emotividades, relações e descobertas, representa o começo de uma longa trajetória de novas incursões teóricas, novas experimentações, diálogos, embates e crescimento. Ter tido a coragem e ousadia de estar em Reggio impulsionou um forte desejo de continuidade das conexões e fortaleceu a certeza de que podemos sim, fazer uma educação infantil movida por pesquisa, afeto, respeito e cidadania. É mesmo para além de uma viagem...



* Tatiane Nascimento é vicediretora do Centro Municipal de Educação Infantil Cid Passos
Salvador - Bahia

terça-feira, 2 de março de 2010

Malas prontas. Destino: Reggio Emilia.

Malas prontas. Destino: Reggio Emilia.

*Marcio Brandão Pereira


Estava muito tenso... Minha formação em administração e não em pedagogia, me trazia uma sensação enorme de “desvantagem” naquele momento e o medo de dar vexame entre tantos com outra formação era grande. Além disso, eu sabia que seria um dos poucos homens no meio de muitas mulheres... Mais assustador ainda. Havia também a questão da língua; do italiano sei falar pizza, mamma mia, Rita Pavone e talvez umas poucas outras coisas.

No aeroporto em Milão, comecei a respirar com mais tranquilidade... Encontrei vários companheiros de viagem da Bahia. Mesmo sendo eu mesmo um “baiano de araque”, este mês completando 40 anos de Sampa, não há como não se sentir confortável diante de gente tão acolhedora.

Chegamos a Reggio, cidade pequena e tranquila, incapaz de assustar a quem mora em São Paulo.

No dia seguinte, ao receber as boas-vindas num ambiente bastante agradável, a tensão logo foi se dissipando. Começaram as palestras e pude sentir quão importante fora a leitura dos livros recomendados*. Não é um bicho de sete cabeças, a intérprete dá conta do recado, percebo que dá para entender um pouco mais do que aquelas palavras em italiano que citei acima, e as informações que vão sendo transmitidas são por mim absorvidas sem dificuldades. Não há mais tensão.

À tarde, visitamos a primeira escola. Aos poucos, vamos vivenciando a importância e a beleza do trabalho realizado. Começo a comparar com o que realizamos na escola em que trabalho aqui no Brasil e vou sentindo um maior reconhecimento da seriedade e da qualidade do que fazemos. Defronto-me então com um primeiro aspecto que me parece incomparável: a estrutura física. Tanto nesta primeira escola, como nas outras duas que visitamos, a diferença é gritante em relação às nossas escolas. É esse o maior impacto que sinto. Sei que não podemos transpor, nem o queremos, a realidade de Reggio para a nossa. O que podemos, então, é analisar e aprender com eles tudo o que fazem de bom e que podemos/queremos adaptar.

Chamou-me a atenção a estrutura extremamente enxuta das escolas, que contam basicamente com professores, mais uns poucos auxiliares, atelierista, cozinheira e auxiliares. Não vi funcionários do setor administrativo ou de secretaria, provavelmente por serem estas funções centralizadas na administração municipal. Gratificante saber que não necessitam de seguranças, como acontece nas portas de muitas escolas brasileiras. Aliás, foi muito bom ver as escolas com várias portas para o seu entorno e sem muros altos ao redor.

Minha análise não pôde ser tão crítica ou profunda quanto eu desejava. Infelizmente, a barreira da língua impedia uma comunicação direta com palestrantes e funcionários das escolas visitadas. Seria interessante haver um debate mais inquisitivo sobre as questões e dificuldades que afetam a todos nós que vivemos a escola e que, certamente, não devem deixar de fazer parte do cotidiano de Reggio, ainda que de eventuais outras naturezas. Mas isto não diminui o impacto de se ver uma obra de reconhecida qualidade em andamento.

A mesma sensação boa se tem ao percorrer as ruas do centro histórico de Reggio. Imediatamente somos transportados a um passado distante, cheio de tradições que co-existem com a modernidade de um país de primeiro mundo. Chamou-me a atenção a quantidade de praças, que permitem aos habitantes conviverem e ocuparem sua cidade de forma coletiva. Não é à toa que o conceito de praça é central nas escolas de Reggio. Sinto uma grande tristeza nesse momento, ao comparar Reggio com minha São Paulo, onde praça é sinônimo de lugar cercado por grades para evitar a marginalidade. Mau hábito este de nossa cultura, que cuida de sintomas, não de causas.


Não posso deixar de falar das crianças. Não há como separar a minha visão de educação da minha visão de mundo. Dentre os princípios em que acredito estão a liberdade e o respeito à coletividade. Creio que podemos (e devemos) ser livres e criativos, sem perder de vista a importância do respeito ao coletivo. Isto eu vi em Reggio. Não são necessárias regras rígidas para que possamos ser livres dentro de um espaço coletivo; é necessária uma cultura que valorize e respeite igualmente a individualidade e a coletividade. Em Reggio, esta cultura está intencionalmente presente no processo de formação desde a infância.

A semana passou voando. Não pretendo aqui abordar mais profundamente as questões pedagógicas observadas, até porque o risco de me dar mal é enorme. O importante é que promoveu em mim uma maior compreensão do que já estamos realizando na educação infantil em nossa escola, e deixou ainda mais claro aonde podemos chegar. Valeu para que eu, que sou o responsável por dizer “aqui estão os recursos para o que vocês querem”, tenha uma consciência muito maior do porquê de cada recurso disponibilizado.

Cabe também salientar a capacidade de Reggio de se promover, o que é admirável. Não tive a oportunidade, mas gostaria de ter questionado sobre como estaria Reggio hoje, se não houvesse a exposição mundial ocasionada pela reportagem na revista Newsweek. Não vejo qualquer problema ético na manutenção desta postura de exposição, que certamente os ajuda a estar em evidência e que também deve contribuir financeiramente para o sustento da obra. Entretanto, fico imaginando qual seria a reação se nós, escolas brasileiras, cobrássemos por um marcador de livros replicando um desenho de crianças... Repito, isso em nada diminui a seriedade e a qualidade do trabalho desenvolvido em Reggio, que certamente vale ser conhecido por qualquer educador, bem como por administradores que sejam responsáveis por viabilizar administrativa e financeiramente qualquer escola.
* Os livros a que me refiro são...

As Cem Linguagens da Criança – Carolyn Edwards, Lella Gandini e George Froman
Tornando visível a aprendizagem das crianças – Linda Kinney e Pat Wharton



*Marcio Brandão Pereira
Diretor Administrativo e Financeiro do CEB - São Paulo